Clipe e convite
Adicionar comentário 31 de Dezembro de 2009 às 08:25 Fernanda
Claro que as coisas não mudam assim, como uma virada de placar… 3, 2, 1, tchibum! Um novo ano nos banha, tudo será diferente, deste minuto para frente. Não. E felizmente.
O ano é apenas uma medida, uma espécie de prazo que nos damos. Agora muita gente quer concluir uma etapa e preparar-se para a próxima. É neste “meio tempo” que as mudanças realmente começam a acontecer. Reavalamos nossas atitudes e conquistas, reafirmamos alguns compromissos e refutamos aquilo que não nos faz tão bem. Fazemos planos, projetamos novas sonhos e já visualizamos nosso empenho para realizá-los. Desejamos sorte, paz, saúde… Comemoramos o passado e brindamos ao novo. De novo.
Vamos tentar tudo de bom e do melhor mais uma vez!!!
Adicionar comentário 28 de Dezembro de 2009 às 08:27 Fernanda
“ …Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?
Amar e esquecer,
Amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vendados amar?”
Carlos Drummond de Andrade

Era manhã bem cedinho e aquele baita coração pulsando no concreto… Fez conexão direta com o meu coração, que bateu mais forte, instigado por aquela imagem e pelo pedido inusitado!
Surpresa maior veio em seguida, quando continuei pela mesma rua e, alguns metros adiante, me deparei com uma casa cujo muro estava coberto de corações! Não havia um espaço em branco e era uma profusão de corações de diferentes tamanhos e cores, todos igualmente irresistíveis como o primeiro que vi no início da rua, colorindo lindamente aquele muro e a minha visão! Não sei qual a motivação nem a intenção de quem desenhou os corações e escreveu a frase, mas suspeito que tenha sido a melhor possível. Delícia essa estória de pedir mais amor! Tudo isso numa época do ano em que repensamos nossas vidas com mais intensidade, onde as relações ganham mais cores e talvez um pouco mais da nossa atenção. Olhamos para o outro, maravilha! Mas como conseguir enxergar o outro, amar o outro, se não cuidamos de nós mesmos, do que sentimos, de como e do quanto amamos, de quem somos?
Impossível amar o outro sem praticar o amor próprio. Não o egoísta, o amor ensimesmado. Defendo o amor pelo que possuímos de matéria prima emocional e pela nossa singularidade. A forma como faço a diferença e complemento o Todo! Sem conhecer e elaborar esse amor, não tenho o que dar…
Esquecemos de nos alimentar com a variedade que habita em nós, com as nossas possibilidades ilimitadas (Graças!) de afeto, de trocas e de sentimentos, enfim, de evolução! A conseqüência disso é a impressão (vivenciada por nós como uma certeza) de que o jardim do outro é sempre mais verde.Nos acostumamos a olhar para longe, a valorizar o que desconhecemos e que, à distância, parece tão precioso e fundamental. Subestimamos nossas qualidades e nossa capacidade para somar, para transformar. Pra quê buscar tão longe, perder tempo com o inatingível, se já possuímos o essencial?
” Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”, Saint- Exupéry dizia com uma lucidez invejável há vários anos. Lucidez que, pelo visto, não assimilamos…
Há até um constrangimento quando perguntamos a alguém quais são suas qualidades. Parece que não é de “bom tom” enxergar o nosso lado nobre, tão acostumados que estamos em olhar apenas o que nos falta. Olhar para o que precisa melhorar, para o que precisamos conquistar é importante, mas porque não buscar alimento emocional no que temos de precioso, no que é só nosso e no tanto que podemos usufruir e compartilhar?
Um dia desses vou bater na casa dos meus vizinhos, aqueles do muro repleto de corações, para um café de fim de tarde e, quem sabe, uma conversa daquelas de alimentar a alma. Eles que, já são mesmo sem saber, meus mais novos amigos de infância…
MAIS AMOR, POR FAVOR!

Ilustrações: Andrea Pecchi - Sowards
Adicionar comentário 17 de Dezembro de 2009 às 08:07 Juliana
e, como eu, muita gente já se sente “acabada”.
Não vejo a hora de apertar o botãozinho do PAUSE
- mas ainda tenho muuuito o que fazer antes disso!
A Juliana Fregonesi questiona:
“Que correria maluca de fim de ano…e pra que? Nada muda radicalmente do dia 31 para o dia 1º. A não ser a impressão de que tudo vai recomeçar. Como uma forma de renovar esperanças.”
E a Bella nos presenteia com mais um texto especialíssimo, antes de entrar em STAND-BY até fevereiro. Vamos publicá-lo na sexta, para que você possa ler com calma, ok? Beijos!!!

Adicionar comentário 16 de Dezembro de 2009 às 07:47 Fernanda
Duas histórias reais que se cruzam, apesar de terem acontecido em épocas diferentes. Dois estilos de escrita, duas receitas de vida. “Julie e Julia” é um filme delicioso, daqueles que fazem a gente esquecer do tempo que passa… e lembrar que mesmo as atitudes mais simples podem resultar em grandes mudanças de comportamento. Pra quem ainda não viu, um trailler. Quem já viu vai adorar a entrevista com a verdadeira Julia Child - só para ficar mais encantada com a atuação de Mery Streep no papel. Boa diversão!
Adicionar comentário 9 de Dezembro de 2009 às 08:44 Fernanda

Este ano a Flor lança uma nova versão da coleção Símbolos,
com estas camisetas, mais colares e pulseiras coordenadas.
O sucesso já é tão grande que as peças estão esgotando.
Aproveite o final de semana para conferir nas lojas!
5 comentários 5 de Dezembro de 2009 às 02:22 Fernanda
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